Livros didáticos de inglês são entediantes

Livros didáticos de inglês e de gramática são “boring”(entediantes) e inúteis, segundo A. J. Hoge (diretor e professor do Effortless English).

Simplesmente porque o inglês real, ou seja o falado na vida cotidiana, não tem nada a ver com o ensinado neles.

Na conversação real nós temos gírias, expressões idiomáticas, interjeições, etc.

Mesmo em português, cometemos erros de concordância e gramática. No entanto, isso não impede que nos comuniquemos.

Quando estudamos gramática primeiro é como se aprendêssemos de trás para frente.

Seria como querer correr, sem saber andar e engatinhar primeiro.

 

A sequência natural, seria no caso, ouvir, entender, falar, interagir, ler, escrever.

Quando atingimos o nível de fluência ,aí sim seria interessante, um estudo mais detalhado e acadêmico do idioma.

Se o nosso objetivo é falar fluentemente o idioma, o foco deveria ser a conversação e expressões diárias.

De preferência ouvindo os falantes nativos do idioma em situações reais.

Há muitos vídeos didáticos, com atores que falam de uma forma forçada que não condiz com a realidade. Fuja deles!!!

 

livros didáticos de inglês

 

Com que finalidade os livros didáticos de inglês foram criados?

A não ser que seu objetivo seja somente passar em teste escritos, aí sim o método tradicional funcionaria.

Muitos concursos e testes são projetados para avaliar a capacidade de leitura, escrita e a memorização das regras gramaticais.

E além é claro de facilitar o trabalho e controle dos professores. Seguindo apenas um sistema montado, onde o inglês é como qualquer outra matéria da grade curricular das escolas.

O que exatamente afasta e desanima muitos alunos, é aprender o inglês dessa forma artificial, forçada e entediante.

Quando entendemos que o inglês não é uma matéria a ser estudada, mas uma língua que precisa ser vivenciada, a curva do aprendizado aumenta consideravelmente.

Existem livros didáticos de inglês infantis que tem muitas figuras, são coloridos e tem estorinhas divertidas, mas não é um conteúdo que interesse ao público juvenil e adulto.

Devemos lembrar que adultos precisam de assuntos relevantes e ao mesmo tem necessidade de expressar pensamentos complexos.

Então ao invés de textbooks recomendamos audio-books, magazines, podcasts e ler notícias e sites que tenham um assunto que você goste.

É redundante dizer isso, mas  precisamos sair da metodologia antiga e adotar novos hábitos.

 

 

O modelo de ensino tradicional está baseado nessa tendência lógica, racional e analítica.

Usando apenas o lado esquerdo do cérebro limitamos muito nossa capacidade de aprender idiomas.

Os livros didáticos de inglês não estimulam a imaginação e o gosto pela leitura.

Sendo o idioma uma habilidade a ser adquirida, precisamos também ativar o lado emotivo e intuitivo.

Leia o artigo Os dois lados do cérebro e saiba como trabalhar o lado consciente e subconsciente de forma a aumentar sua capacidade de aprendizado.

 

 

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