Listening e sua eficiência comprovada

Listening é a prática de ouvir conteúdo nativo para adquirir compreensão oral.

Podemos associar a leitura com o poder do listening na fase inicial.

Como por exemplo, assistir filmes com áudio e legendas em inglês.

Ouvir as músicas internacionais e assistir vídeos na internet com transcrições, ajuda muito também.

 

Existe o conceito do INPUT, que significa absorver informação lendo e ouvindo muito.

E o OUTPUT que seria praticar e exteriorizar isso falando e escrevendo.

O nosso foco deve ser o input, para alcançarmos um nível satisfatório de Listening e Reading.

Uma boa fala e escrita, serão uma consequência da escuta e leitura bem desenvolvidas.

 

Listening

 

No que o  listening ajuda?

Para falar bem não bastaria só aulas de conversação?

Só praticar a conversação em sala de aula, não vai ser suficiente para adquirir fluência.

Numa conversação real, é preciso ouvir e entender exatamente o que a outra pessoa está dizendo.

Não se pode contar com um script pronto. O interlocutor pode mudar de assunto a todo instante!

 

Se você não consegue se comunicar em inglês de maneira fluente, o problema está no input.

A quantidade de tempo que você se expôs ao idioma ainda não foi o suficiente…

Isso pode parecer estranho e soar como uma contradição, mas esse é o “pulo do gato” que pode impulsionar a sua curva de aprendizado.

O poder do listening é justamente, suprir essa necessidade de memorizar e reconhecer sons que não existem no português.

 

Existe um site polonês que provou por A+B, tudo que foi abordado até aqui (antimoon.com).

 

Porque entendo o inglês dos professores e fico perdido nos filmes sem legenda?

Repare que em nosso dia-a-dia, falamos em português de forma automatizada.

Sem pensar muito, tudo vem de forma natural e espontânea. Porque as estruturas já estão enraizadas em nossa mente.

Com a exposição prolongada de anos aos sons do idioma, absorvemos uma imensa quantidade de português.

Tudo ficou armazenado na memória de longo prazo.

 

Para perceber cada som do inglês, é preciso repetir esse processo de absorção.

Tudo é bem nítido, para um falante nativo da língua inglesa, porque ele já internalizou todos os sons do idioma.

Para perceber essas nuances de ritmo, pronúncia, sotaque e entonação é preciso estar totalmente imerso no idioma.

 

Outro problema é a velocidade dos áudios. Uma conversa real tem o dobro da velocidade de um material didático.

Os professores nativos diminuem propositalmente a velocidade e a maneira de falar para os alunos!

Se não acredita veja, ou melhor ouça, como eles conversam com outros nativos…

 

Muitos brasileiros que vão para o exterior tem um choque ao confrontar com o inglês real.

Justamente porque as escolas criam um ambiente, em que se fala de forma artificial, o tal “inglês enlatado”.

Por isso a melhor proposta, é literalmente fechar a boca e ficar com os olhos e principalmente os ouvidos bem atentos.

Portanto, se você não tem uma base de listening, não faça “aulas de conversação”.

 

Veja dicas importantes do poliglota canadense Steve Kaufmann:

 

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